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no-more–lies:

“Você sempre me puxa para baixo”

— From Ashes To New

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poetavazio:

“Vou te dizer uma coisa que destrói o coração. É você lutar contra tudo e todos, nadar contra a corrente que a sua vida segue, colocar a mão no fogo por alguém e no final de tudo que batalhou, ver que nada que você fez deu certo porque a pessoa pelo qual você estava lutando para ganhar não queria ir contigo até o final de tudo. Este sentimento é o que te faz mudar inteiro por dentro.”

Astrid Calisto 

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identificando:

“Não sou uma pessoa ruim, mas sinto que deixo a desejar com meu lado bom.”

Chicago, 1992. 

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1st-march:

“Estou tão cansado. Eu não sei o que fazer.”

Gabito Nunes.

segredou:

Somos todos outra pessoa, depois de alguém.

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cultiva-me:

“Nunca fui atrás, tampouco procurei saber. Por uma única e elementar razão: esquecer você foi a coisa mais difícil que já fiz na vida.”

Gabito Nunes.

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trovejo:

“Que a gente se livre dos pensamentos ruins, das escolhas erradas, das feridas que não fecham, das pessoas amargas e dos tormentos da alma.”

Clarissa Corrêa.

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trovejo:

“Tenho uma parte que acredita em finais felizes. Em beijo antes dos créditos, enquanto outra acha que só se ama errado. Tenho uma metade que mente, trai, engana. Outra que só conhece a verdade. Uma parte que precisa de calor, carinho, pés com pés. outra que sobrevive sozinha. Metade auto-suficiente.”

Caio Fernando Abreu.

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trovejo:

“Eu sofri. Meu Deus, como eu sofri com amores errados, ilusões, migalhas, coisas que achava que eram e nunca foram, paixonites enlouquecidas, vontades desesperadas. Eu posso dizer para você com todas as letras do alfabeto eu-sofri-muito. E sim, passou.”

Clarissa Corrêa.

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trovejo:

“Pare de esconder o que sente. Pare de tentar esconder quem você é.”

Michele Valentim.  

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manuscrite:

“Você não acredita em como eu te esperei. Em como insisti, em como tive esperança até finalmente cair a ficha que você não viria. Assim como estrelas, a esperança também se apaga com o tempo. Não sou de desistir facilmente, mas saio com a consciência tranquila, de quem abriu mão várias vezes do orgulho, de quem pediu desculpas sem realmente ter culpa, para ficar de bem, para ficar tudo bem. Mas cansei de fazer sozinha, cansei de ser sozinha.”

I don’t care anymore, Manuscrite.  

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